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# Introduction
Documentação relevante -- (txt)

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# Padrão de implementação para clients de API externa
Este documento define o padrão obrigatório para qualquer client novo
que faça chamadas a APIs externas (HTTP ou outras). Ele garante que
todas as requisições apareçam no Langfuse com endpoint, status code
e response body, **sem que o dev precise escrever código de tracing
manual**.
## 1. Use sempre `traced_async_client` / `traced_sync_client`
Nunca instancie `httpx.AsyncClient` (ou `httpx.Client`) diretamente
em um client de API. Use os factories de [`src/utils/http.py`](../src/utils/http.py):
```python
from src.utils.http import traced_async_client
async with traced_async_client(timeout=self.timeout) as client:
response = await client.get(url, headers=headers)
# ...
```
O factory devolve um `httpx.AsyncClient` que automaticamente:
- registra o **endpoint real** (URL completa, com path e query string)
da request realizada — não depende de `self.base_url` ou `self.url`;
- registra o **status code** retornado;
- registra o **response body** (JSON ou texto truncado em 2000 chars);
- registra metadata também em **erros de rede** (timeout, connect error)
com `status_code=None` e o erro como body.
Argumentos comuns aceitos: `timeout`, `verify_ssl` (default
`settings.VERIFY_SSL`), `headers`, `base_url`, `response_sanitizer`,
e qualquer outro kwarg de `httpx.AsyncClient`.
## 2. Decore os métodos públicos com `@trace_tool`
Aplique `@trace_tool` em todo método que faz chamada externa, incluindo
helpers privados de autenticação (`_get_token`, `_refresh_xxx`). Cada
método decorado vira um span filho próprio no Langfuse, com nome
`NomeDaClasse.nome_do_metodo` — então uma classe com múltiplas APIs
(ex: `SpeechAnalyticsClient._get_token` vs `.get_prediction` vs
`.get_history`) não perde a granularidade.
```python
from src.utils.observer import trace_tool
class MyClient:
@trace_tool
async def get_something(self, ...) -> ...:
...
```
## 3. Convenções de nomenclatura
- **Métodos** com verbo + recurso: `get_history`, `post_prediction`,
`open_service_request`. O nome do método aparece no nome do span.
- **`__init__`** não precisa expor `base_url` para fins de tracing —
o endpoint real vem da request. Mantenha `self.base_url` apenas se
o client realmente precisa dela para construir URLs.
## 4. Sanitização de payloads sensíveis
Quando a resposta contém credenciais, tokens ou dados sensíveis que
não devem ir para o Langfuse, passe um `response_sanitizer` ao factory.
A função recebe o body já parseado e devolve a versão filtrada:
```python
def _sanitize_token_response(body):
if not isinstance(body, dict):
return body
return {
"expires_in": body.get("expires_in"),
"status": body.get("status"),
}
async with traced_async_client(
timeout=settings.SPEECH_TIMEOUT,
response_sanitizer=_sanitize_token_response,
) as client:
response = await client.post(url, data=...)
```
Exemplo real: [`SpeechAnalyticsClient._get_token`](../src/components/clients/speech_analytics_client.py).
## 5. Clients que não usam HTTP
Para clients que não falam HTTP (ex: [`TaisKbClient`](../src/components/clients/tais_kb_client.py),
que usa OCI SDK + oracledb), basta decorar o método público com
`@trace_tool`. O decorator cai no fallback de logar o retorno da função
como output do span. Não tente sintetizar um endpoint via
`set_tool_call_metadata` — apenas adiciona ruído.
## 6. Exemplo mínimo
```python
import httpx
import logging
from src.utils.observer import trace_tool
from src.utils.http import traced_async_client
from src.core.config import settings
logger = logging.getLogger(__name__)
class FooClient:
def __init__(self) -> None:
self.base_url = settings.FOO_API_BASE_URL
self.token = settings.FOO_API_TOKEN
self.timeout = settings.FOO_API_TIMEOUT
@trace_tool
async def get_foo(self, foo_id: str) -> dict:
url = f"{self.base_url}/foo/{foo_id}"
headers = {"Authorization": f"Bearer {self.token}"}
try:
async with traced_async_client(timeout=self.timeout) as client:
response = await client.get(url, headers=headers)
response.raise_for_status()
return response.json()
except httpx.HTTPStatusError as exc:
logger.error(f"Foo API HTTP error {exc.response.status_code}")
raise
```
Nada de `set_tool_call_metadata` espalhado pelo método. O span no
Langfuse já vai conter `endpoint`, `status_code` e `response`
automaticamente.
## Checklist de revisão
Ao revisar um PR de novo client, valide:
- [ ] Usa `traced_async_client` / `traced_sync_client` (não `httpx.AsyncClient` direto).
- [ ] Métodos públicos têm `@trace_tool`.
- [ ] Não há chamadas manuais a `set_tool_call_metadata`.
- [ ] Respostas com dados sensíveis passam por `response_sanitizer`.
- [ ] Nomes de método são `verbo_recurso` (legíveis como nome de span).

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# Itens de Controle (IC's) - TIM
## Geral
1. Jornadas / Negócio — Exemplo: Prefixo AGC
Usado para marcar informações relacionadas ao negócio ou dados do cliente no agente de contas.
Exemplos de uso:
Tipo de cliente
Informações de entrada
Situação de dívida
Realização de promessa de pagamento
2. Infraestrutura / Motor — Prefixo LLM
Usado para eventos técnicos e de execução.
Exemplos de uso:
- Chamadas e respostas de APIs (sucesso ou falha)
- Erros de execução
- Acionamento de outros agentes
- Finalização anômala do agente
3. Contato com o Cliente — Prefixo CTT
Usado para interações relacionadas ao contato direto com o cliente.
Exemplos de uso:
- Dados provenientes do gerenciador de campanha
- Tipo de acionamento
4. GuardRails — Prefixo GRL
Usado quando existe intervenção ou bloqueio motivado por guardrails.
Exemplo:
- Acionamento de regra de segurança ou restrição operacional
###
---
# IC'S Específicos Agente Anatel (Feature 1366645)
IC Descrição
**AGA.001** Entrada do Agente: Chamados Entrantes para Agente
**AGA.002** Resultado da validação do chamado = Cancelar
**AGA.003** Resultado da validação do chamado = Reclassificação
**AGA.004** Resultado da validação do chamado = Reencaminhamento
**AGA.005** Resultado da validação do chamado = Seguir via (LLM)
**AGA.006** Resultado da ação no chamado: Foi aberto no Siebel = sim
**AGA.007** Resultado da ação no chamado: Foi aberto no Siebel = não
**AGA.008** Resultado da ação no chamado: Teve Erro = sim
**AGA.009** Resultado da ação no chamado: Teve Erro = não
**AGA.010** Resultado consulta Speech
**AGA.011** Resultado IMDB
**AGA.012** Resultado Base de Conhecimento (TAIS - procedimentos)
**AGA.013** Registro resultado da busca de Agente Especializado (LLM)
**AGA.014** Houve acionamento do Agente Especializado (LLM) = sim
**AGA.015** Houve acionamento do Agente Especializado (LLM) = não
**AGA.016** Houve Criação de Chamado Siebel para Tratamento (quando enviado para SMART HUMAN ou
Agente Especializado) = sim
**AGA.017** Houve Criação de Chamado Siebel para Tratamento (quando enviado para SMART HUMAN ou
Agente Especializado) = não
**AGA.018** Houve retorno do resultado do Chamado (resultado do Agente ou Resultado do Smart
Human)
**AGA.019** Registro da busca dos detalhes do chamado no Siebel para Resposta
**AGA.020** Registro da busca do template na Base de Conhecimento (TAIS)
**AGA.021** Registro da quantidade de template retornado na base de conhecimento (TAIS)
**AGA.022** Houve registro do envio de dados para resposta no Emulador = sim
**AGA.023** Houve registro do envio de dados para resposta no Emulador = não
**AGA.024** Registro da resposta (LLM) no Emulador
**AGA.025** Registro da ação do Agente Supervisor no Emulador
**AGA.026** Registro do retorno da Resposta Final no Emulador

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# Logs de Aplicação
Este guia descreve como o logging está organizado, o que cada peça faz, e
como adicionar logs em novas features de forma consistente com a política
de monitoramento (doc interno 1330576 — *Monitoramento de Aplicação - OCI
Logging*).
---
## Visão geral
- **Destino dos logs:** stdout (logs `< ERROR`) e stderr (logs `>= ERROR`). **A
aplicação não envia logs diretamente para fora.**
- **Formato em produção:** JSON (`LOG_FORMAT=json`).
- **Enriquecimento automático:** todo log recebe `service`, `correlation`,
`source_channel`, `conversation_start_time_ts`, `requesting_agent` e
`user_id` automaticamente via *contextvars*
Arquivo central: [src/core/logging.py](../src/core/logging.py).
---
## Estrutura do JSON emitido
```json
{
"timestamp": "2026-05-12T03:16:12.726Z",
"level": "INFO",
"logger": "src.agent.nodes.validation_node",
"message": "process started",
"source_channel": "ura",
"conversation_start_time_ts": "2026-03-20T14:32:10Z",
"requesting_agent": "agent_bo",
"service": {
"name": "Agent Microservice",
"version": "0.4.0",
"component": "validation_node",
"agent_type": "backoffice"
},
"correlation": {
"trace_id": "...",
"request_id": "...",
"span_id": "...",
"session_id": "..."
},
"user_id": "...",
"operation": {
"name": "process",
"status": "started",
"execution_time": 0.001,
"...": "campos custom adicionados via add_field"
}
}
```
- `service.component` é derivado **automaticamente** do nome do logger
(`record.name.rsplit(".", 1)[-1]`). Para sobrescrever, passe
`extra={"component": "outro_nome"}` ou use o helper (`log_operation`).
- O bloco `operation` só aparece quando você está dentro de um
`log_operation(...)` ou passa `extra={"operation": {...}}` manualmente.
- Em falhas, é adicionado o campo `exception` com o stacktrace.
---
## Quem popula os contextvars
| Contextvar | Quem seta | Onde |
|---|---|---|
| `request_id` | `LoggingMiddleware` (HTTP) ou `set_ticket_log_context` (consumer OCI) | [middleware/logging.py](../src/api/middleware/logging.py), [dependencies/logging_context.py](../src/api/dependencies/logging_context.py) |
| `session_id` | `set_ticket_log_context` | idem |
| `user_id` | `set_ticket_log_context` (Origin.submittedBy.userId) | idem |
| `trace_id` | `set_ticket_log_context` (hoje = transaction_id; Fase 2 trocará para trace OTEL) | idem |
| `source_channel` | `set_ticket_log_context` (Origin.sourceSystem) | idem |
| `conversation_start_time_ts` | `set_ticket_log_context` (Complaint.openedAt) | idem |
| `requesting_agent` | `set_ticket_log_context` (Origin.submittedBy.name) | idem |
| `span_id` | (reservado — não populado hoje) | — |
Limpeza: `clear_context()` é chamado no `finally` do middleware HTTP e do
consumer OCI para evitar vazamento entre requisições.
---
## API pública
```python
from src.core.logging import (
get_logger,
log_operation, # context manager — preferido
set_request_id,
set_session_id,
set_user_id,
set_trace_id,
set_span_id,
set_source_channel,
set_conversation_start_ts,
set_requesting_agent,
clear_context,
MetricsLogger, # legado — prefira log_operation
)
```
### `get_logger(name)`
Wrapper sobre `logging.getLogger(name)`. Garante que o root logger está
configurado. Convenção: `logger = get_logger(__name__)` no topo do módulo.
### `log_operation(name, *, component=None, logger=None, **fields)`
Context manager (funciona com `with` e `async with`) que emite:
- `<name> started` no entry.
- `<name> completed` no exit feliz, com `execution_time` em segundos.
- `<name> failed: <exc>` no exit por exceção, com `exc_info` e
`error_type` — a exceção é re-raised normalmente.
`component` quando omitido é derivado do nome do logger.
Métodos do objeto retornado:
- `op.add_field(key, value)` — anexa um campo ao bloco `operation` que
será emitido nos logs de success/failed (e em `op.event(...)`).
- `op.event(message, level=INFO, **fields)` — emite um log
*intermediário* dentro da operação (status `in_progress`), sem fechá-la.
---
## Guia de uso — quando e como logar
### Regra mental
1. **Operação clara com início e fim** (rota, node, chamada externa, job)
→ use `log_operation`.
2. **Evento pontual dentro de uma operação** (cache hit/miss, retry,
decisão tomada) → `op.event(...)` ou `logger.info(...)` direto.
3. **Diagnóstico técnico fino**`logger.debug(...)`.
4. **Algo inesperado mas não fatal**`logger.warning(...)`.
5. **Falha em bloco `except`**`logger.error(msg, exc_info=True)` ou
deixe `log_operation` propagar (já loga com `exc_info`).
### NUNCA
- Não passe `session_id`/`request_id`/`user_id` em `extra=` — eles já são
injetados pelo `ContextFilter`. Adicionar manualmente só duplica.
- Não use `logger.error(str(e))` sem `exc_info=True` em bloco `except`
perde o stacktrace.
- Não use `logger.error(..., exc_info=True)` **fora** de bloco `except`
— sem exceção ativa o campo `exception` vira `NoneType: None`.
- Não logue payloads com PII (CPF, telefone, token, senha). Mascarar /
anonimizar antes (política §2 do doc).
- Não escreva em arquivo, não chame APIs externas para enviar logs —
apenas stdout/stderr. Transporte é da infra.
### NÃO crie wrappers próprios
Se aparecer a tentação de criar um decorator/helper local para "padronizar
log de início e fim", **pare**. Use `log_operation`. Múltiplos padrões na
base é exatamente o que essa refatoração eliminou.
---
## Receitas
### 1. Rota HTTP / handler
O `LoggingMiddleware` já envolve toda requisição em
`log_operation("http_request")`. Dentro da rota, **não precisa logar
"recebi requisição" / "finalizei requisição"**. Logue apenas eventos de
negócio relevantes.
### 2. Node do agente
**Não precisa fazer nada.** O decorator `@trace_node` em
[src/utils/observer.py](../src/utils/observer.py) já envolve cada node
com `log_operation(func_name, component=<node_name>)` e injeta
`message_count` e `iteration_count` automaticamente.
Se quiser enriquecer com campos próprios do node, use `logger.info`
dentro do node — o bloco `service` e a contextualização vêm de graça:
```python
logger = get_logger(__name__)
@trace_node
async def process(state: AgentState) -> AgentState:
# start/end são logados automaticamente pelo decorator
logger.info(
"Customer enriched from IMDB",
extra={"payload": {"msisdn_masked": mask(msisdn), "cached": False}},
)
return state
```
### 3. Cliente HTTP externo
Métodos decorados com `@trace_api` ou `@trace_tool` já estão envolvidos
em `log_operation`. Para logar retries dentro do loop, **emita um log
estruturado com o bloco `operation` em status `in_progress`**:
```python
for attempt in range(max_retries + 1):
try:
return await call_api(...)
except TransientError as exc:
if attempt == max_retries:
raise
wait = backoff(attempt)
logger.warning(
"Cliente: tentativa falhou, repetindo",
extra={
"operation": {
"name": "get_invoice_buffer",
"status": "in_progress",
"attempt": attempt + 1,
"max_retries": max_retries,
"backoff_seconds": round(wait, 3),
"last_error": str(exc),
},
"component": "pdf_invoice_recover",
},
)
await asyncio.sleep(wait)
```
Para uma operação de API que **não** use `@trace_api`/`@trace_tool`
(caso raro), envolva manualmente:
```python
with log_operation(
"get_invoice_buffer",
component="pdf_invoice_recover",
logger=logger,
end_point_name="get_pdf",
operacao_realizada="consulta",
id_consulta=invoice_id,
) as op:
op.add_field("attempt", attempt)
response = http_call(...)
op.add_field("status_code", response.status_code)
```
### 4. Job de background / consumer
Igual à rota: envolva o trabalho da unidade (uma mensagem consumida, um
job rodado) em `log_operation`. Veja [src/api/main.py](../src/api/main.py)
`process_incoming_ticket` como referência.
### 5. Cache / acesso a memória
Toda operação de I/O que possa falhar merece `log_operation`. Padrão usado
no projeto:
```python
try:
async with log_operation("save_state_to_memory", component="memory", logger=logger):
await save_state_to_memory(state)
except Exception:
# log_operation já emitiu failed com exc_info — silencie aqui
# se o caminho feliz não depende do cache.
pass
```
---
## Níveis de log — política
| Nível | Quando usar |
|---|---|
| `DEBUG` | Diagnóstico fino. Em produção fica desligado (LOG_LEVEL=INFO). |
| `INFO` | Eventos de negócio e fluxo normal — início/fim de operação, decisão tomada, recurso criado. |
| `WARNING` | Algo inesperado mas recuperável — fallback acionado, retry transitório, dado opcional ausente. |
| `ERROR` | Falha de operação. Sempre **dentro de `except`** com `exc_info=True`. |
| `CRITICAL` | Falha total / risco alto / corrupção de estado. |
Configuração por ambiente:
- Produção: `LOG_LEVEL=INFO`, `LOG_FORMAT=json`.
- Homologação/Dev: `LOG_LEVEL=DEBUG`, `LOG_FORMAT=text` (mais legível
localmente; o split stdout/stderr funciona em ambos os formatos).
- Loggers ruidosos (`httpx`, `urllib3`, `pymongo`, etc.) são silenciados
para `WARNING` por padrão — ajuste via `LOG_NOISY_LEVEL`.
---
## Checklist para PR adicionando novos logs
- [ ] Usou `log_operation` para operações com início/fim claros?
- [ ] Em bloco `except`, `logger.error(..., exc_info=True)`?
- [ ] Não passou `session_id`/`request_id`/`user_id` redundantes em `extra`?
- [ ] Não logou PII (CPF, telefone, token, payload bruto do cliente)?
- [ ] Quando adicionou campos custom, encaixou no bloco `operation` ou em
`payload` (não criou um nível superior novo)?
- [ ] Se for um cliente HTTP com retry, registrou `attempt` e
`max_retries` nos logs de retentativa?
- [ ] Verificou localmente com `LOG_FORMAT=json` que o JSON contém os
blocos esperados?
---
## Referências
- Política interna: doc 1330576 — *Monitoramento de Aplicação - OCI Logging*.
- Implementação base: [src/core/logging.py](../src/core/logging.py).
- Decorators que aplicam `log_operation` automaticamente:
[src/utils/observer.py](../src/utils/observer.py) (`@trace_node`,
`@trace_api`, `@trace_tool`).
- Propagação do contexto da requisição:
[src/api/dependencies/logging_context.py](../src/api/dependencies/logging_context.py).