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decision-models-benchmark/docs/03-plano-de-tarefas.md
2026-10-07 18:11:45 -03:00

19 KiB
Raw Blame History

03 — Plano de tarefas

As 78 microtarefas mantêm a numeração original. As linhas ↳ registram a adaptação de cada tarefa ao contexto de roteamento e orquestração ou uma dependência importante. As referências Qn apontam para as decisões de projeto em 04-decisoes-de-projeto.md; o cenário de execução está em 05-cenario-de-execucao.md.

flowchart LR
    F0[F0 Infra OCI] --> F1[F1 Ambiente e artefatos]
    F2[F2 Tarefas de decisão] --> F3[F3 Dados e anotação]
    F2 --> F4[F4 Contrato e adaptadores]
    F1 --> F4
    F3 --> F5[F5 Controle de execução]
    F4 --> F5
    F5 --> F6[F6 Piloto]
    F6 --> F7[F7 Dev e calibração]
    F7 --> F8[F8 Teste final]
    F8 --> F9[F9 Métricas e análise]
    F9 --> F10[F10 Relatório e encerramento]

As fases F0–F1 (infra) e F2–F3 (dados) podem andar em paralelo.

Andamento em 2026-10-07: 54 de 78 tarefas concluídas (69%), 2 em andamento.

Fase Concluídas Em andamento Pendentes
F0 — Infraestrutura OCI 6 2 2
F1 — Ambiente e artefatos 9 0 0
F2 — Tarefas de decisão e taxonomia 4 0 0
F3 — Dados e anotação 12 0 0
F4 — Contrato JEV e adaptadores 16 0 0
F5 — Controle de execução 3 0 0
F6 — Piloto 4 0 0
F7 — Desenvolvimento e calibração 0 0 4
F8 — Teste final 0 0 4
F9 — Métricas e análise 0 0 8
F10 — Relatório e encerramento 0 0 4
Total 54 2 22

Legenda: [x] concluída · [~] em andamento ou parcial · [ ] pendente.


F0 — Infraestrutura OCI

  • 1. Criar um compartment OCI dedicado ao benchmark.
    • ↳ <compartimento-pai>/decision-models. Catálogo de recursos fora do Git, em .secrets/.
  • [~] 2. Aplicar as tags projeto=benchmark-decisoes-ptbr, ambiente=benchmark e centro_custo=<definir> aos recursos do projeto. (Q13)
    • ↳ projeto e ambiente aplicadas como tags livres por infra/oci/provision.py. centro_custo não se aplica neste ciclo (Q13).
  • 3. Criar um orçamento para o compartment.
    • ↳ Não se aplica neste ciclo: o uso está coberto por cota interna de engenharia (Q13).
  • 4. Configurar alertas de orçamento em 50%, 80% e 100% do valor aprovado.
    • ↳ Não se aplica neste ciclo (depende da tarefa 3).
  • 5. Criar um projeto no OCI Data Science.
    • ↳ benchmark-decisoes-ptbr.
  • [~] 6. Criar buckets no Object Storage para entrada, artefatos, resultados e logs-imutaveis.
    • ↳ Buckets dmb-*, privados e com versionamento. A regra de retenção de dmb-logs-imutaveis é definida com a política de arquivamento (tarefa 77).
  • 7. Definir políticas IAM de menor privilégio para leitura dos dados, escrita dos resultados e execução dos jobs.
    • ↳ Políticas no escopo do compartment, sem grupos nem dynamic groups, com principais identificados por condição.
    • ↳ dmb-usuario-manager: o usuário (filtrado por request.user.id) é manager das famílias data-science, object, virtual-network, logging, repos e generative-ai.
    • ↳ dmb-jobs-menor-privilegio: os jobs (request.principal.type='datasciencejob') leem dmb-entrada/dmb-artefatos, escrevem em dmb-resultados/dmb-logs-imutaveis, usam logs e repos. Inclui a política de serviço do Data Science para a VCN.
  • 8. Definir uma VCN privada para os jobs, com acesso ao Object Storage por Service Gateway.
    • ↳ dmb-vcn 10.20.0.0/16, sub-rede privada dmb-subnet-jobs. A rota e a security list só permitem tráfego para serviços OCI pelo Service Gateway.
  • 9. Criar uma rota temporária de saída por NAT Gateway, só para a aquisição inicial de dependências e pesos.
    • ↳ A aquisição (tarefas 13–16) é feita fora da rede dos jobs, e os ambientes são montados por jobs de build. A VCN dos jobs não tem saída para a internet. (Q3)
    • ↳ infra/oci/nat.py on|off|off --delete abre e fecha uma saída temporária, se alguma aquisição futura precisar ser feita de dentro da VCN.
  • 10. Validar que os jobs acessam os buckets sem internet pública.
    • ↳ Jobs do Data Science em dmb-subnet-jobs baixam os artefatos pela Service Gateway, com SHA-256 conferido (4,4 GB em cerca de 30 s).

F1 — Ambiente e artefatos

  • 11. Criar uma imagem de contêiner base com Python, CUDA, PyTorch, Transformers, Hugging Face Hub e ferramentas de medição.
    • ↳ Incluir um exportador OpenTelemetry, para que a telemetria do harness tenha o mesmo formato da observabilidade do orquestrador.
    • ↳ Implementado como ambientes Python por candidato publicados no bucket (infra/ds/build_env.sh → dmb-artefatos/envs/<candidato>/), executados nos jobs do Data Science. CUDA pelas wheels cu128 do PyTorch; runtime llama.cpp para o Rizzo.
    • ↳ Um ambiente por candidato, porque o SemIf exige transformers==5.17.0 e o GLiNER transformers<5. env/Dockerfile oferece o equivalente em contêiner (uma imagem por candidato).
  • 12. Fixar num manifesto as versões do sistema, dos drivers CUDA, do Python, das bibliotecas e da imagem de contêiner.
  • 13. Baixar os pesos, tokenizadores, revisões e licenças aprovados de cada candidato. (Q4)
    • ↳ env/acquire.py: todas as licenças são Apache-2.0 ou MIT (incluindo o Qwen3.5-4B). Rizzo: GGUF Q8_0 (padrão do projeto) + llama.cpp b11081.
    • ↳ A aquisição falha se a licença estiver fora da allowlist de config/benchmark.yaml. O contexto efetivo de cada candidato é medido e registrado.
    • ↳ Incluir as dependências específicas de cada candidato (pacote GLiNER, runtime SemIf, interface Rizzo Flow) e a revisão fixada de Qwen/Qwen3.5-4B.
  • 14. Calcular o SHA-256 de cada artefato baixado.
  • 15. Copiar os pesos e dependências aprovados para o bucket artefatos.
  • 16. Registrar no manifesto a origem, a revisão, a licença, o hash, a data de aquisição e o tamanho de cada artefato.
  • 17. Desabilitar a saída pública dos jobs de benchmark.
    • ↳ O gate de egresso foi aprovado nas execuções em sub-rede privada: huggingface.co, pypi.org e github.com ficaram inacessíveis.
  • 18. Carregar cada candidato só a partir dos artefatos locais.
    • ↳ Usar HF_HUB_OFFLINE=1, TRANSFORMERS_OFFLINE=1 e um cache apontado para os artefatos verificados.
    • ↳ harness/job.py baixa do bucket só o que está no manifesto e confere o SHA-256; os quatro candidatos carregam offline.
  • 19. Fazer o job falhar se algum candidato tentar baixar arquivos durante a inferência.
    • ↳ Camada de aplicação em dmb/offline.py (variáveis offline e bloqueio de conexões fora do loopback), com autoteste em cada execução e teste em tests/test_offline.py. Camada de rede pelo gate de egresso de harness/job.py.

F2 — Tarefas de decisão e taxonomia

  • 20. Definir a taxonomia de decisões a avaliar em PT-BR.
    • ↳ Primeiro ciclo: só D1 (classificação de intenções), atendimento de telefonia móvel. data/taxonomy/intents-v1.yaml: 42 intenções em 13 domínios + 5 categorias fora de escopo.
    • ↳ Taxonomia de intenções (D1), ligadas aos agentes de destino do catálogo A2A, mais as decisões de continuidade de sessão (D2), desambiguação (D3) e várias intenções (D4). D5 é opcional. Ver 02 §2.
  • 21. Escrever a pergunta, as opções, as descrições das opções e a regra de decisão de cada tarefa.
    • ↳ As descrições das opções seguem o estilo de um agent card: curtas e orientadas à capacidade do agente.
  • 22. Limitar o primeiro ciclo a no máximo 20 opções por questão, para garantir compatibilidade com o Laya. (Q2)
    • ↳ Os subconjuntos de opções por exemplo simulam o serviço de elegibilidade de intenções.
    • ↳ Limite comum: 16 opções (Q2).
  • 23. Incluir uma opção explícita de outro ou sem correspondência quando a taxonomia não for exaustiva.

F3 — Dados e anotação

  • 24. Coletar textos PT-BR representativos do domínio de destino. (Q7)
    • ↳ 100% sintéticos (datagen.generate, na VM): 4.068 enunciados em 339 lotes (42 intenções × 7 perfis + 5 categorias fora de escopo × 9 lotes), geradores llama-4-maverick e command-a alternados.
    • ↳ Para D2–D4 (ciclos futuros), a unidade é a conversa com vários turnos, com o estado de cada turno.
  • 25. Remover ou mascarar dados pessoais, segredos e identificadores que o benchmark não precisa.
  • 26. Separar os textos por domínio, comprimento, grau de ambiguidade e classe esperada.
    • ↳ Acrescentar a posição do turno e a presença de agente ativo ou de sessões suspensas.
    • ↳ Primeiro ciclo (só D1): metadados domain, length_bucket, ambiguity, profile, sentiment, kind e n_options gravados por datagen.build.
  • 27. Criar exemplos adversariais com abreviações, erros de ortografia, regionalismos, textos curtos e várias intenções.
    • ↳ Acrescentar respostas curtas que dependem do contexto ("sim", "o segundo"), troca de assunto, retorno a um assunto anterior e pedidos fora de escopo.
    • ↳ Perfis de geração: informal/abreviado, erros de digitação, regionalismo, emocional, longo, indireto/múltiplo; fora de escopo em 5 categorias (inclui desabafo emocional sem pedido).
  • 28. Definir os critérios de inclusão e exclusão dos exemplos.
    • ↳ Exclui: duplicatas exatas e aproximadas, comprimento fora de 2–700 caracteres, três rótulos distintos na anotação e falha de anotação. Resultado do prepare: 4.057 de 4.068 mantidos (9 duplicatas exatas, 2 aproximadas; 4 trechos mascarados).
  • 29. Produzir o guia de anotação humana.
    • ↳ 06-guia-de-anotacao.md, usado literalmente pelos anotadores.
    • ↳ O guia cobre D1–D4 com exemplos-limite (por exemplo, quando um enunciado curto continua a tarefa do agente ativo e quando inicia um novo agente).
  • 30. Anotar cada exemplo com dois avaliadores independentes.
    • ↳ Avaliadores = modelos generativos em rodízio (openai.gpt-5.5, google.gemini-2.5-pro, xai.grok-4.3). (Q7)
    • ↳ Resultado: 4057 anotados; 3992 consensos (98.4%); kappa por par entre 0.982 e 0.986; concordância com o rótulo de geração 97.9%. Relatório em reports/datagen/annotation-report.json.
  • 31. Resolver as discordâncias com a revisão de um terceiro avaliador.
  • 32. Registrar, para cada exemplo, a resposta de referência, a justificativa e a versão da taxonomia.
    • ↳ Reportar também a concordância entre anotadores.
  • 33. Separar os dados em desenvolvimento, calibração e teste final por grupo de origem. (Q12)
    • ↳ O grupo é group_id, ou seja, a conversa. No ciclo sintético, o grupo é o lote de geração.
    • ↳ data/splits/ (d1-v1): dev 1183 · calibração 1127 · teste 1744 exemplos (teste ≥ 1.300, Q12).
  • 34. Impedir que textos derivados do mesmo caso apareçam em mais de uma partição.
  • 35. Congelar o conjunto de teste final antes de qualquer ajuste de parâmetros.
    • ↳ Registrar o hash do arquivo congelado e guardar uma cópia em logs-imutaveis.
    • ↳ SHA-256 em data/splits/MANIFEST.json, cópias em dmb-entrada e dmb-logs-imutaveis (splits/d1-v1/), junto com os dados brutos da geração e da anotação.

F4 — Contrato JEV e adaptadores

  • 36. Criar um formato canônico de entrada com id, state, question, options, gold_label e metadados.
    • ↳ Ver 02 §3, que inclui a regra única de serialização de state.
  • 37. Definir a versão do contrato JEV compatível a usar no benchmark: POST /v1/systemone, esquema de requisição, esquema de resposta e códigos de erro. (Q1)
    • ↳ Versão jev-compat-v1, com esquemas em contracts/jev/schemas/ e códigos de erro em dmb/jev.py.
  • 38. Definir o mapeamento obrigatório entre o contrato JEV e os tipos internos choice, noul e score.
  • 39. Definir a regra de conversão de probabilidades, confiança, níveis ordinais, opções descritas e campos de uso.
  • 40. Definir o comportamento padronizado para entradas inválidas, limite de contexto, timeout, opção desconhecida e indisponibilidade do modelo.
    • ↳ Na prática, uma falha do modelo de decisão vira desambiguação ou fallback no orquestrador. No benchmark, essas falhas contam como erro e são reportadas à parte.
  • 41. Criar testes de conformidade com requisições e respostas JEV congeladas.
    • ↳ contracts/jev/fixtures/conformance.json e tests/.
  • 42. Criar um adaptador JEV local para o Laya com o checkpoint multilíngue fixado.
  • 43. Criar um adaptador JEV local para o SemIf em modo direct, com a revisão do Qwen fixada.
  • 44. Criar um adaptador JEV local para o GLiNER Decide usando classify_text.
  • 45. Criar um adaptador JEV local para o Rizzo Flow usando sua interface de decisões. (Q4)
  • 46. Expor cada adaptador no mesmo caminho local POST /v1/systemone, sem dependência de rede externa.
  • 47. Garantir que cada adaptador devolva a resposta JEV completa, incluindo escolha, distribuição de probabilidades, confiança e metadados de uso, quando disponíveis.
  • 48. Normalizar as saídas adicionais de execução num registro interno com latency_ms, model_id, run_id e versão do adaptador.
    • ↳ O registro é emitido como span OpenTelemetry e também gravado em arquivo de resultados.
  • 49. Validar que os adaptadores preservam a mesma ordem e a mesma descrição das opções.
  • 50. Validar que trocar de candidato não altera a requisição JEV nem o formato da resposta JEV.
  • 51. Implementar testes de sanidade com decisões triviais, opções permutadas e os três tipos de pergunta.
    • ↳ Incluir um teste de invariância à permutação das opções em D1 e D2 (a mesma escolha com outra ordem).
    • ↳ harness/sanity.py: os quatro candidatos passam em CPU e GPU, sem violações de contrato e com invariância à permutação 4/4 (reports/sanity/oci/).

F5 — Controle de execução

  • 52. Fixar seeds, ordem dos exemplos, tamanho de lote, precisão numérica e limites de tokens de cada execução.
    • ↳ harness/evaluate.py: seed 20261007, ordem fixa, lote 1, precisão nativa registrada por execução (fp32 Laya/GLiNER, bf16 SemIf, Q8_0 Rizzo), orçamento de estado de 512 tokens.
  • 53. Definir uma política de truncamento comum para textos maiores que o menor contexto efetivamente suportado. (Q8)
    • ↳ Truncar primeiro os turnos mais antigos do state. O enunciado atual nunca é truncado.
    • ↳ dmb.canonical.fit_state. Em D1 nenhum exemplo chega perto do orçamento (máximo abaixo de 120 tokens).
  • 54. Registrar o número de tokens de cada entrada antes de executar os modelos.
    • ↳ state_tokens (tokenizador do candidato) e input_tokens (uso real) em cada predição.

F6 — Piloto

  • 55. Executar um piloto de 50 exemplos por candidato em CPU.
    • ↳ CPU: VM.Standard.E4.Flex, 8 OCPU, us-chicago-1, sub-rede privada. (Q11)
    • ↳ Pela regra de viabilidade, Rizzo Flow (p95 18,7 s) e SemIf (p95 47,6 s) ficam inviavel_cpu; as rodadas finais em CPU incluem Laya e GLiNER. Resultados em reports/pilot/.
  • 56. Executar um piloto de 50 exemplos por candidato em GPU.
    • ↳ GPU: VM.GPU.A10.1, sa-saopaulo-1, execuções em fila. (Q14)
  • 57. Medir memória de GPU, memória RAM, tempo de carga, tempo de aquecimento e falhas do piloto.
    • ↳ Sem erros nem truncamentos. Carga de 4 a 21 s; pico de GPU de 1,7 GB (GLiNER) a 8,5 GB (SemIf).
  • 58. Ajustar apenas os parâmetros operacionais necessários para eliminar falhas de execução.
    • ↳ Nenhum ajuste necessário. O orçamento interno de cabeçalho do Laya (head_max_len) foi verificado pelos diagnósticos de opções colapsadas (zero ocorrências) e mantido no padrão do checkpoint.

F7 — Desenvolvimento e calibração

  • 59. Executar os candidatos no conjunto de desenvolvimento, sem calibração adicional.
  • 60. Escolher os limites de confiança e as regras de abstenção só com a partição de calibração.
    • ↳ Abster-se significa encaminhar para desambiguação. A regra é escolhida por meta de cobertura ou de risco, definida antes. (Q5)
  • 61. Calibrar as probabilidades separadamente por candidato, quando aplicável. (Q10)
  • 62. Não alterar prompts, opções, pesos ou limiares depois da abertura do conjunto de teste final.
    • ↳ Marco de congelamento: registrar os hashes da configuração, dos calibradores e dos adaptadores.

F8 — Teste final

  • 63. Executar uma rodada de acurácia no teste final com lote 1.
  • 64. Executar uma rodada de acurácia no teste final com o lote de produção definido. (Q6)
  • 65. Executar uma rodada de várias decisões sobre o mesmo texto, quando esse padrão existir no caso de uso.
    • ↳ Corresponde a D4 e a combinações por turno (por exemplo, D2 + D1). Medir a latência somada por turno.
  • 66. Repetir cada medição de desempenho depois do aquecimento, em pelo menos três execuções independentes.

F9 — Métricas e análise

  • 67. Coletar accuracy, macro F1, precision, recall e matriz de confusão.
    • ↳ Acrescentar a taxa de rota errada com confiança alta.
  • 68. Coletar Brier score, ECE, cobertura e acurácia seletiva quando houver probabilidades ou abstenção.
  • 69. Coletar latência p50, p95 e p99, vazão, uso de GPU, uso de RAM e consumo de armazenamento.
    • ↳ Reportar a latência por decisão e por turno.
  • 70. Calcular o custo estimado por mil decisões em cada cenário de execução.
  • 71. Criar cortes dos resultados por domínio, número de opções, comprimento e dificuldade do texto.
    • ↳ Acrescentar os cortes por tarefa de decisão, posição do turno, com ou sem agente ativo e categoria adversarial.
  • 72. Inspecionar manualmente os erros de alto impacto e as discordâncias entre os modelos.
  • 73. Classificar os erros em: taxonomia, contexto insuficiente, ambiguidade, linguagem, truncamento, instrução ou desempenho do modelo.
  • 74. Gerar tabelas comparativas e gráficos a partir dos arquivos de resultados versionados. (Q9)
    • ↳ Incluir intervalos de confiança (bootstrap) e testes pareados entre candidatos.

F10 — Relatório e encerramento

  • 75. Elaborar o relatório técnico com configuração, limitações, resultados e recomendação.
    • ↳ Ao final, reestruturar o README.md: (1) apresentação executiva do benchmark, (2) resultados em formato executivo, (3) método, (4) detalhes do plano, estrutura e documentos.
  • 76. Anexar ao relatório os manifestos de artefatos, hashes, configurações, logs, testes de conformidade e comandos de reprodução.
  • 77. Arquivar os conjuntos congelados e os resultados no Object Storage com retenção definida.
  • 78. Desligar notebooks, jobs, endpoints temporários e o NAT Gateway que não sejam mais necessários.